Quinta-feira, 09 de Dezembro de 2010

 

IGREJINHA

 

Lá no fim desse caminho

De manhã muito cedinho

Eu costumo passear


Pois ali pertinho existe

Uma igrejinha branca e triste

Onde meu bem vai rezar


Mas num jardinzinho ao lado

Surge um beija-flor dourado

Despetalando uma flor


Choro então com agonia

Pois essa flor que morria

Parecia meu amor


Noites tristes, mas que importa,

Se minha alma quase morta

Em soluços se desfaz?


Hoje é tudo tão tristonho

Para mim que já não sonho

Nem desejo viver mais…

 

 


Mira Lopes

 


I feel like a:
proudly received by poetaporkedeusker às 15:13

De M.Luísa Adães a 9 de Dezembro de 2010 às 20:48
Linda homenagem!

Ainda bem que mais uma vez, te levantaste do chão e encontraste coragem para caminhar por entre a Turba e te manteres dentro dela, mas afastada...
Para turbulência chega a tua.

Te encontrei no google e gostei do encontro!
Não me disseste que te levou a escrever daquela forma. nada me contaste e eu fiquei triste por nada saber de ti.

Há várias formas de dizer, tu optaste "por não dizer"...
Fiquei doente e ainda estou. Não tive lugar junto ao meu marido e
fui ao lado de uma senhora que me confessou estar com gripe.
Me contagiou!
Há dois dias que não saio!

Tudo bem por cá, mas é pena, ser tão longe da Europa.

Natal Feliz

Bom Ano!

Saúde

Maria luísa


De poetaporkedeusker a 10 de Dezembro de 2010 às 11:18
Bom dia, Maria Luísa. Espero que te restabeleças depressa e que essa seja uma daquelas viroses que o organismo consegue debelar rapidamente.
A Imiracy trabalha na limpeza do Centro Social Paroquial e é uma pessoa extraordinária. Uma daquelas pessoas com quem não é necessário falar muito para se entender, para se sentir que é uma pessoa maravilhosa. A minha homenagem é muito pequenina para ela... limitei-me a divulgar, aqui e no Facebook, o livrinho que ela escreveu e que foi editado aí, no Brasil. Gostaria de fazer muito mais por ela, mas não tenho posses. Penso que ela poderia melhorar muitíssimo o seu estilo poético com alguns conhecimentos de métrica, mas ela tem alma de poeta! Sem dúvida!
Não te falei, mas expliquei-te porquê. Quando os assuntos envolvem terceiras pessoas eu respeito profundamente as liberdades e a privacidade de cada um. Não me importo nada de me expor a mim mesma; sou suficientemente lúcida para saber gerir os problemas que isso me possa trazer... mas não falo de terceiros, a não ser para divulgar qualquer coisa muito bonita que lhes possa dar satisfação, como é o caso da Imiracy. Ainda não fui ao Facebook, mas espero que o link dela tenha sido visualizado.
Um enorme abraço e que essa gripe se vá rapidamente!

De linhaseletras a 10 de Dezembro de 2010 às 14:14
Boa tarde Maria João, este poema é muito bonito, o autor é português ou brasileiro?
Um abraço e bom fim de semana

De poetaporkedeusker a 10 de Dezembro de 2010 às 15:11
A autora é esta senhora que se vê na fotografia, a Imiracy Lopes. Penso que, neste momento, ela já adquiriu a nacionalidade portuguesa, mas é brasileira, por nascimento. De qualquer forma é uma poetisa lusófona e uma pessoa maravilhosa.
Abraço grande!


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